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Efeitos secundários do Viagra

Sildenafil > sildenafil contra indicacao


  • Sildenafil Sidefarma 100 mg Comprimidos revestidos por película
  • Efeitos adversos do sildenafil
  • Como tomar o Viagra
  • Quais são as dosagens disponíveis de Sildenafila?
  • Usos médicos
  • Para que serve
  • Administração e posologia

Também exige cuidado com alfa-bloqueadores, anti-hipertensores, alguns antibióticos, antifúngicos e tratamentos para VIH. O uso do Viagra é indicado apenas para homens adultos, ou seja, a partir dos 18 anos. Não deve ser utilizado por menores de idade nem por pessoas sem diagnóstico ou avaliação adequada para disfunção erétil.

Sildenafil Sidefarma 100 mg Comprimidos revestidos por película

Ademais, é importante lembrar que a disfunção erétil frequentemente é um sintoma das condições de saúde que necessitam dos medicamentos em questão, as quais também podem ter a disfunção erétil como efeito colateral. Portanto, a simples interrupção do medicamento nem sempre é a solução para o problema. Se você começar a apresentar disfunção erétil após iniciar um novo medicamento, antes de tomar a decisão de interromper o tratamento, é essencial que converse com seu médico. Felizmente, existem muitas alternativas que você e seu médico podem explorar para garantir que você mantenha sua saúde física e sexual, sem a necessidade de sacrificar a medicação necessária para o seu bem-estar. A DE é caracterizada pela incapacidade persistente de alcançar e manter uma ereção adequada para um desempenho sexual satisfatório.1-4 Esta condição apresenta repercussões significativas a nível físico, emocional e psicossocial, comprometendo o bem-estar tanto dos indivíduos afetados, como dos respetivos parceiros sexuais.1O tratamento farmacológico de primeira linha para a DE consiste, habitualmente, na administração oral de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (IPDE5), devido à sua eficácia comprovada e elevada segurança.1,3 Estes fármacos inibem a enzima PDE5, o que resulta no relaxamento das paredes dos vasos sanguíneos e promove a vasodilatação, com aumento do fluxo sanguíneo peniano.2-5Atualmente, em Portugal, o fármaco sildenafil 50 mg encontra-se disponível como medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em Farmácia (MNSRM-EF)2 para o tratamento da DE em homens com idade igual ou superior a 18 anos.2,4-6 No âmbito da sua dispensa, é fundamental que o farmacêutico se assegure de que o utente cumpre os critérios necessários para a dispensa, mediante a aplicação do protocolo de dispensa e da checklist de avaliação,2 e que transmita um conjunto de informações essenciais para garantir a utilização correta e segura do medicamento, nomeadamente: A dose máxima diária recomendada é de 50 mg (um comprimido)1-6 que deverá ser tomado cerca de uma hora antes da relação sexual.1-4,6 O seu uso diário continuado não se encontra recomendado;2,5 A toma com alimentos pode atrasar o início de ação do fármaco;1-6 A ingestão de toranja ou sumo de toranja deverá ser evitada, pois pode aumentar moderadamente os níveis plasmáticos do sildenafil;2,4,6 A ação farmacológica pode iniciar-se aproximadamente 30 minutos após a administração.2,5,6 No entanto, a capacidade de obtenção de ereção peniana em resposta à estimulação sexual pode manter-se até cerca de quatro horas após a toma;2,4 Em alguns casos, poderá ser necessário administrar sildenafil 50 mg em diferentes ocasiões (respeitando sempre a dose máxima recomendada), até que se verifique uma resposta erétil adequada para permitir a atividade sexual;2,5,6 É necessária estimulação sexual para o medicamento ser eficaz;2-5 O consumo de álcool deverá ser evitado.

Quando procurar ajuda médica imediata?

A sua ingestão em excesso pode reduzir temporariamente a capacidade de ter uma ereção, aumentando também o risco de hipotensão postural;2,4-6 Este fármaco não oferece proteção contra infeções sexualmente transmissíveis;1 Caso verifique um agravamento da DE após o início do tratamento com sildenafil, deverá informar o seu médico, para que seja realizada uma avaliação clínica adequada; 2,5 Caso, após múltiplas tomas sob condições adequadas de estimulação sexual, continue a não atingir uma ereção peniana suficiente para uma relação sexual satisfatória, recomenda-se a realização de uma avaliação médica;2,5 Em caso de suspeita de sobredosagem de sildenafil, deverá dirigir-se com urgência ao serviço de emergência hospitalar mais próximo;2,6 Todos os homens deverão ser orientados a procurar avaliação médica no prazo de seis meses, com o objetivo de investigar eventuais patologias subjacentes e identificar fatores de risco associados à condição.2,4,6Segurança e sinais de alertaO sildenafil é um fármaco habitualmente bem tolerado; contudo, a sua utilização requer algumas considerações específicas de segurança, entre as quais se destacam:Efeitos adversos mais comuns. Em Portugal, a dosagem de 50 mg de Sildenafil, incluindo Viagra e genéricos, pode ser dispensada sem receita médica em farmácias autorizadas, após avaliação do farmacêutico.

Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
Kamagra100mg360 + 6 comprimidos839.95€ 799.95€
Viagra Genérico150mg90 + 6 comprimidos147.18€ 140.17€
Cialis Genérico60mg270 + 10 comprimidos443.96€ 422.82€
Viagra Genérico25mg180 + 6 comprimidos154.93€ 147.55€
Tadalista Super Active20mg20 + 4 comprimidos92.35€ 87.95€
Viagra Genérico100mg270 + 10 comprimidos270.47€ 257.59€
Viagra Genérico25mg270 + 8 comprimidos184.26€ 175.49€
Cialis Genérico2.5mg180 + 10 comprimidos154.86€ 147.49€
Kamagra Soft Tabs100mg180 + 8 comprimidos425.45€ 405.19€
Kamagra Soft Tabs100 mg84 + 4 comprimidos233.05€ 221.95€
Viagra Genérico50mg90 + 6 comprimidos107.37€ 102.26€
Kamagra Soft Tabs100mg120 + 6 comprimidos311.78€ 296.93€
Cialis Original20mg120 + 8 comprimidos497.29€ 473.61€
Viagra Soft Tabs100mg120 + 8 comprimidos232.21€ 221.15€
Levitra Soft Tabs20mg180 + 10 comprimidos398.14€ 379.18€
Viagra Genérico50mg60 + 4 comprimidos83.93€ 79.93€
Super Kamagra160 mg92 + 6 comprimidos478.75€ 455.95€

Já as doses de 25 mg e 100 mg continuam a exigir orientação médica. O efeito do Viagra pode durar até cerca de 4 a 6 horas, embora isso não signifique uma ereção contínua durante todo esse período. O medicamento é uma solução que apenas facilita a ereção quando existe estimulação sexual. Uso excessivo de Viagra pode levar a perda de visão, segundo estudo.

Efeitos adversos do sildenafil

Em razão da castração química, a impotência sexual é um efeito adverso comum dos seguintes fármacos: Embora algumas drogas recreativas, como a cocaína e a heroína, possam inicialmente estimular a libido e a excitação sexual, a longo prazo, elas acabam exercendo um impacto negativo na capacidade de adquirir e manter a função erétil. As drogas que, quando utilizadas de forma abusiva ou prolongada, podem causar disfunção erétil são: Heroína e outros opioides (codeína, fentanil, hidromorfona, metadona, morfina e oxicodona). Outros medicamentos que também já foram descritos como fatores de risco para impotência se utilizados de forma prolongada são: Além dos fármacos já mencionados, outras substâncias também vêm sendo associadas à disfunção erétil, ainda que com menor frequência ou com evidência inconclusiva. : sinvastatina, atorvastatina); e até mesmo inibidores da bomba de prótons, como o omeprazol, quando usados cronicamente. Além disso, formulações tópicas de finasterida ou dutasterida, usadas no tratamento da calvície, também foram implicadas em casos de disfunção sexual, mesmo com absorção sistêmica mínima.

Interações medicamentosas

Embora nem todos esses casos sejam amplamente confirmados por estudos clínicos robustos, o monitoramento de sintomas é recomendado em pacientes que utilizam essas substâncias por períodos prolongados. O manejo da disfunção erétil induzida por medicamentos pode ser um desafio. É comum que pacientes enfrentando este efeito colateral optem por interromper tratamentos essenciais, uma atitude que pode ser arriscada e, frequentemente, desnecessária. Existem diversas estratégias disponíveis para tratar a disfunção erétil provocada por medicamentos. Uma possibilidade é colaborar com seu médico para ajustar a dosagem do medicamento em questão, experimentar um fármaco alternativo ou, caso a interrupção do tratamento não seja viável, considerar o uso de um medicamento específico para impotência, como o Viagra ou Cialis. Recuperado em 29 de maio de 2026, de A disfunção erétil, também conhecida como impotência sexual masculina, é uma condição médica que afeta muitos homens em todo o mundo. Trata-se da incapacidade persistente de obter ou manter uma ereção suficiente para uma relação sexual satisfatória.

  • Não associar sildenafil a medicamentos que contenham nitratos orgânicos, mesmo que a última toma tenha ocorrido há menos de 24 horas.
  • Doentes com hipersensibilidade grave a qualquer componente da fórmula, incluindo lactose ou corantes, devem evitar o sildenafil.
  • Em doentes com glaucoma de ângulo fechado não controlado, o sildenafil deve ser utilizado com extrema precaução e, em muitos casos, evitado.
  • O sildenafil está contraindicado em doentes com doença hepática descompensada ou cirrose avançada.
  • Não utilizar sildenafil em doentes com hipotensão arterial sistólica inferior a 90 mmHg em repouso.
  • Doentes com história de perda visual súbita unilateral devem ser formalmente contraindicados para sildenafil.

Embora diversos fatores possam contribuir para essa condição, um dos aspectos menos discutidos, mas significativamente relevante, é a impotência sexual induzida por fármacos. Estima-se que até 25% dos casos de disfunção erétil sejam causadas por um ou mais medicamentos que o paciente toma. E não só isso, pelo menos 8 dos 12 medicamentos mais vendidos no mundo listam a impotência masculina como um dos seus possíveis efeitos adversos. Vários medicamentos prescritos habitualmente para uma grande variedade de doenças, incluindo anti-hipertensivos, antidepressivos, ansiolíticos (calmantes), medicamentos para próstata ou para tratar a calvície, são causas comuns de disfunção erétil. Tais medicamentos podem provocar impotência porque alteram o fluxo sanguíneo para o pênis, interferem nos neurotransmissores cerebrais, no sistema nervoso simpático ou afetam os níveis hormonais, todos estes, eventos cruciais para a função sexual normal. Em alguns casos, o efeito é temporário e desaparece quando o uso do medicamento é interrompido; em outros, os efeitos podem persistir por um período mais longo. A seguir listamos os medicamentos e as substâncias mais associadas à impotência masculina.

Como tomar o Viagra

Também exige cuidado com alfa-bloqueadores, anti-hipertensores, alguns antibióticos, antifúngicos e tratamentos para VIH. O uso do Viagra é indicado apenas para homens adultos, ou seja, a partir dos 18 anos. Não deve ser utilizado por menores de idade nem por pessoas sem diagnóstico ou avaliação adequada para disfunção erétil. Em Portugal, a dosagem de 50 mg de Sildenafil, incluindo Viagra e genéricos, pode ser dispensada sem receita médica em farmácias autorizadas, após avaliação do farmacêutico. Já as doses de 25 mg e 100 mg continuam a exigir orientação médica.

Com que frequência pode tomar Sildenafila?

O efeito do Viagra pode durar até cerca de 4 a 6 horas, embora isso não signifique uma ereção contínua durante todo esse período. O medicamento é uma solução que apenas facilita a ereção quando existe estimulação sexual. Uso excessivo de Viagra pode levar a perda de visão, segundo estudo. Recuperado em 29 de maio de 2026, de A disfunção erétil, também conhecida como impotência sexual masculina, é uma condição médica que afeta muitos homens em todo o mundo. Trata-se da incapacidade persistente de obter ou manter uma ereção suficiente para uma relação sexual satisfatória. Todos os anti-hipertensivos podem provocar disfunção erétil, porém, algumas classes apresentam mais riscos que outras. Betabloqueadores e diuréticos são os fármacos para hipertensão mais associados à perda de potência sexual.

Quais são as dosagens disponíveis de Sildenafila?

Outros anti-hipertensivos também associados à impotência são: A verdadeira taxa de impotência sexual provocada pelos anti-hipertensivos é difícil de saber, pois alguns estudos falam em quase 40% de incidência, enquanto outros citam menos de 1%.

  • O sildenafil está contraindicado em doentes com retinite pigmentosa, devido à possível predisposição genética para degenerescência da retina.
  • Não se deve utilizar sildenafil em doentes com deformações anatómicas do pénis, como angulação, fibrose cavernosa ou doença de Peyronie.
  • Doentes com patologias que predispõem ao priapismo, como drepanocitose, mieloma múltiplo ou leucemia, devem evitar o sildenafil.
  • Em caso de perda auditiva súbita, a utilização de sildenafil deve ser suspensa e está formalmente desaconselhada.
  • O uso de sildenafil está contraindicado em doentes com hipotensão ortostática sintomática.

Curiosamente, sabe-se que pacientes informados sobre esse possível efeito colateral tendem a apresentar maiores taxas de disfunção erétil, o que pode indicar um componente psicogênico importante.

Condição clínica Motivo da contraindicação Risco associado Recomendação
Administração concomitante de nitratos orgânicos Potenciação do efeito hipotensor dos nitratos Hipotensão grave e potencialmente fatal Nunca associar, mesmo em situações de urgência
Doentes em terapêutica com dadores de óxido nítrico Interação farmacodinâmica com a via do GMPc Colapso cardiovascular Suspender antes de iniciar sildenafil
Hipotensão em repouso (pressão arterial < 90/50 mmHg) Risco de agravamento da hipotensão Síncope e acidente vascular cerebral Não iniciar terapêutica com sildenafil
História de perda de visão por neuropatia ótica isquémica anterior não arterítica Risco de recorrência da lesão do nervo ótico Perda permanente da visão Contraindicação absoluta ao fármaco

A maioria dos antidepressivos, em especial os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), está associada à disfunção erétil. A incidência é de cerca de 40% nos pacientes citrato sildenafil comprar que tomam doses elevadas, e de 3 a 10% com doses baixas. Impotência também pode ocorrer com outras classes de antidepressivos, incluindo inibidores da recaptação de serotonina-norepinefrina, antidepressivos tricíclicos e inibidores da monoamina oxidase; entretanto, os fármacos da classe dos ISRS são os com maior incidência. Exemplos de antidepressivos que podem causar disfunção erétil são: Em muitos casos, a redução da dose pode ser suficiente para contornar o problema. Explicamos os antidepressivos da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina no artigo: Antidepressivos: escitalopram, fluoxetina, sertralina.

  • Não tomar sildenafil em conjunto com inibidores da protease do VIH, como ritonavir ou saquinavir, sem ajuste rigoroso da dose.
  • A associação com cetoconazol ou itraconazol, inibidores potentes do CYP3A4, exige precaução extrema e redução da dose inicial.
  • Evitar o consumo de sumo de toranja em grandes quantidades durante o tratamento com sildenafil, pois pode aumentar os níveis plasmáticos do fármaco.
  • Não associar sildenafil a outros inibidores da fosfodiesterase tipo 5, como tadalafil ou vardenafil.
  • Doentes a tomar alfa-bloqueantes, como doxazosina ou tansulosina, devem iniciar sildenafil com dose mínima e sob vigilância, pelo risco de hipotensão.
  • O uso concomitante de sildenafil com álcool em excesso pode potenciar efeitos vasodilatadores e deve ser evitado.

Além dos antidepressivos, fármacos frequentemente utilizados para o tratamento da ansiedade, como os ansiolíticos, também podem provocar perda da potência sexual. Alguns medicamentos utilizados no tratamento da doença de Parkinson também podem ter a disfunção erétil como efeito colateral, especialmente quando usados em doses elevadas. É importante destacar que a disfunção erétil é bastante comum nos pacientes com doença de Parkinson, ocorrendo em até 60% dos pacientes, independentemente dos efeitos adversos das medicações. A terapia de privação de androgênio, utilizada no tratamento de alguns tipos de câncer de próstata, reduz os níveis séricos de testosterona do paciente a níveis semelhantes aos da castração. Em razão da castração química, a impotência sexual é um efeito adverso comum dos seguintes fármacos: Embora algumas drogas recreativas, como a cocaína e a heroína, possam inicialmente estimular a libido e a excitação sexual, a longo prazo, elas acabam exercendo um impacto negativo na capacidade de adquirir e manter a função erétil.

Usos médicos

Riscos de uma dosagem demasiado elevada

As drogas que, quando utilizadas de forma abusiva ou prolongada, podem causar disfunção erétil são: Heroína e outros opioides (codeína, fentanil, hidromorfona, metadona, morfina e oxicodona). Outros medicamentos que também já foram descritos como fatores de risco para impotência se utilizados de forma prolongada são: Além dos fármacos já mencionados, outras substâncias também vêm sendo associadas à disfunção erétil, ainda que com menor frequência ou com evidência inconclusiva. : sinvastatina, atorvastatina); e até mesmo inibidores da bomba de prótons, como o omeprazol, quando usados cronicamente. Além disso, formulações tópicas de finasterida ou dutasterida, usadas no tratamento da calvície, também foram implicadas em casos de disfunção sexual, mesmo com absorção sistêmica mínima. Embora nem todos esses casos sejam amplamente confirmados por estudos clínicos robustos, o monitoramento de sintomas é recomendado em pacientes que utilizam essas substâncias por períodos prolongados. O manejo da disfunção erétil induzida por medicamentos pode ser um desafio. É comum que pacientes enfrentando este efeito colateral optem por interromper tratamentos essenciais, uma atitude que pode ser arriscada e, frequentemente, desnecessária. Existem diversas estratégias disponíveis para tratar a disfunção erétil provocada por medicamentos. Uma possibilidade é colaborar com seu médico para ajustar a dosagem do medicamento em questão, experimentar um fármaco alternativo ou, caso a interrupção do tratamento não seja viável, considerar o uso de um medicamento específico para impotência, como o Viagra ou Cialis. Ademais, é importante lembrar que a disfunção erétil frequentemente é um sintoma das condições de saúde que necessitam dos medicamentos em questão, as quais também podem ter a disfunção erétil como efeito colateral.

  • Doentes com antecedentes de neuropatia ótica isquémica anterior não arterítica num olho têm contraindicação absoluta ao sildenafil.
  • A utilização de sildenafil em doentes com insuficiência cardíaca descompensada está contraindicada até estabilização clínica.
  • Não se deve administrar sildenafil a doentes com hipovolémia grave ou desidratação acentuada.
  • Em doentes com doença pulmonar veno-oclusiva, o uso de sildenafil pode agravar o estado hemodinâmico e está contraindicado.
  • Doentes com hipersensibilidade a outros inibidores da fosfodiesterase tipo 5 podem apresentar reação cruzada e devem evitar o sildenafil.
  • O sildenafil está contraindicado em doentes com hipotensão arterial sintomática não controlada.

Portanto, a simples interrupção do medicamento nem sempre é a solução para o problema.

Para que serve

Embora diversos fatores possam contribuir para essa condição, um dos aspectos menos discutidos, mas significativamente relevante, é a impotência sexual induzida por fármacos. Estima-se que até 25% dos casos de disfunção erétil sejam causadas por um ou mais medicamentos que o paciente toma. E não só isso, pelo menos 8 dos 12 medicamentos mais vendidos no mundo listam a impotência masculina como um dos seus possíveis efeitos adversos. Vários medicamentos prescritos habitualmente para uma grande variedade de doenças, incluindo anti-hipertensivos, antidepressivos, ansiolíticos (calmantes), medicamentos para próstata ou para tratar a calvície, são causas comuns de disfunção erétil. Tais medicamentos podem provocar impotência porque alteram o fluxo sanguíneo para o pênis, interferem nos neurotransmissores cerebrais, no sistema nervoso simpático ou afetam os níveis hormonais, todos estes, eventos cruciais para a função sexual normal.

Uso recreacional

Em alguns casos, o efeito é temporário e desaparece quando o uso do medicamento é interrompido; em outros, os efeitos podem persistir por um período mais longo. A seguir listamos os medicamentos e as substâncias mais associadas à impotência masculina. Todos os anti-hipertensivos podem provocar disfunção erétil, porém, algumas classes apresentam mais riscos que outras. Betabloqueadores e diuréticos são os fármacos para hipertensão mais associados à perda de potência sexual. Outros anti-hipertensivos também associados à impotência são: A verdadeira taxa de impotência sexual provocada pelos anti-hipertensivos é difícil de saber, pois alguns estudos falam em quase 40% de incidência, enquanto outros citam menos de 1%. Se você começar a apresentar disfunção erétil após iniciar um novo medicamento, antes de tomar a decisão de interromper o tratamento, é essencial que converse com seu médico. Felizmente, existem muitas alternativas que você e seu médico podem explorar para garantir que você mantenha sua saúde física e sexual, sem a necessidade de sacrificar a medicação necessária para o seu bem-estar. A DE é caracterizada pela incapacidade persistente de alcançar e manter uma ereção adequada para um desempenho sexual satisfatório.1-4 Esta condição apresenta repercussões significativas a nível físico, emocional e psicossocial, comprometendo o bem-estar tanto dos indivíduos afetados, como dos respetivos parceiros sexuais.1O tratamento farmacológico de primeira linha para a DE consiste, habitualmente, na administração oral de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (IPDE5), devido à sua eficácia comprovada e elevada segurança.1,3 Estes fármacos inibem a enzima PDE5, o que resulta no relaxamento das paredes dos vasos sanguíneos e promove a vasodilatação, com aumento do fluxo sanguíneo peniano.2-5Atualmente, em Portugal, o fármaco sildenafil 50 mg encontra-se disponível como medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em Farmácia (MNSRM-EF)2 para o tratamento da DE em homens com idade igual ou superior a 18 anos.2,4-6 No âmbito da sua dispensa, é fundamental que o farmacêutico se assegure de que o utente cumpre os critérios necessários para a dispensa, mediante a aplicação do protocolo de dispensa e da checklist de avaliação,2 e que transmita um conjunto de informações essenciais para garantir a utilização correta e segura do medicamento, nomeadamente: A dose máxima diária recomendada é de 50 mg (um comprimido)1-6 que deverá ser tomado cerca de uma hora antes da relação sexual.1-4,6 O seu uso diário continuado não se encontra recomendado;2,5 A toma com alimentos pode atrasar o início de ação do fármaco;1-6 A ingestão de toranja ou sumo de toranja deverá ser evitada, pois pode aumentar moderadamente os níveis plasmáticos do sildenafil;2,4,6 A ação farmacológica pode iniciar-se aproximadamente 30 minutos após a administração.2,5,6 No entanto, a capacidade de obtenção de ereção peniana em resposta à estimulação sexual pode manter-se até cerca de quatro horas após a toma;2,4 Em alguns casos, poderá ser necessário administrar sildenafil 50 mg em diferentes ocasiões (respeitando sempre a dose máxima recomendada), até que se verifique uma resposta erétil adequada para permitir a atividade sexual;2,5,6 É necessária estimulação sexual para o medicamento ser eficaz;2-5 O consumo de álcool deverá ser evitado.

Administração e posologia

Curiosamente, sabe-se que pacientes informados sobre esse possível efeito colateral tendem a apresentar maiores taxas de disfunção erétil, o que pode indicar um componente psicogênico importante. A maioria dos antidepressivos, em especial os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), está associada à disfunção erétil. A incidência é de cerca de 40% nos pacientes citrato sildenafil comprar que tomam doses elevadas, e de 3 a 10% com doses baixas. Impotência também pode ocorrer com outras classes de antidepressivos, incluindo inibidores da recaptação de serotonina-norepinefrina, antidepressivos tricíclicos e inibidores da monoamina oxidase; entretanto, os fármacos da classe dos ISRS são os com maior incidência. Exemplos de antidepressivos que podem causar disfunção erétil são: Em muitos casos, a redução da dose pode ser suficiente para contornar o problema.

Como funciona o Viagra

Explicamos os antidepressivos da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina no artigo: Antidepressivos: escitalopram, fluoxetina, sertralina. Além dos antidepressivos, fármacos frequentemente utilizados para o tratamento da ansiedade, como os ansiolíticos, também podem provocar perda da potência sexual. Alguns medicamentos utilizados no tratamento da doença de Parkinson também podem ter a disfunção erétil como efeito colateral, especialmente quando usados em doses elevadas. É importante destacar que a disfunção erétil é bastante comum nos pacientes com doença de Parkinson, ocorrendo em até 60% dos pacientes, independentemente dos efeitos adversos das medicações. A terapia de privação de androgênio, utilizada no tratamento de alguns tipos de câncer de próstata, reduz os níveis séricos de testosterona do paciente a níveis semelhantes aos da castração. A sua ingestão em excesso pode reduzir temporariamente a capacidade de ter uma ereção, aumentando também o risco de hipotensão postural;2,4-6 Este fármaco não oferece proteção contra infeções sexualmente transmissíveis;1 Caso verifique um agravamento da DE após o início do tratamento com sildenafil, deverá informar o seu médico, para que seja realizada uma avaliação clínica adequada; 2,5 Caso, após múltiplas tomas sob condições adequadas de estimulação sexual, continue a não atingir uma ereção peniana suficiente para uma relação sexual satisfatória, recomenda-se a realização de uma avaliação médica;2,5 Em caso de suspeita de sobredosagem de sildenafil, deverá dirigir-se com urgência ao serviço de emergência hospitalar mais próximo;2,6 Todos os homens deverão ser orientados a procurar avaliação médica no prazo de seis meses, com o objetivo de investigar eventuais patologias subjacentes e identificar fatores de risco associados à condição.2,4,6Segurança e sinais de alertaO sildenafil é um fármaco habitualmente bem tolerado; contudo, a sua utilização requer algumas considerações específicas de segurança, entre as quais se destacam:Efeitos adversos mais comuns.

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